quinta-feira, 16 de dezembro de 2010

Proteção dos Anjos




Deveria mudar?
Abandonar o meu emprego?
Deixar o meu relacionamento?
Não é de admirar que estejamos todos em um momento
de grande mudança global e pessoal.

Os anjos dizem que a chave para desfrutar destas mudanças
é permanecerem tranquilos e manterem o seu foco na Luz.
Também é útil saber que não estamos sozinhos
e que muitas pessoas estão tendo experiências semelhantes.

As mudanças podem parecer assustadoras
por causa da insegurança de fatores desconhecidos futuros
“Estarei financeiramente protegido?”
“Ficarei sozinho?”
“Esta mudança me tornará mais feliz?”

Os anjos podem ajudar porque, a partir da sua perspectiva elevada,
eles podem ver os fatores e tornar as variáveis conhecidas a você..
Os anjos não tomam a decisão por você,
sem respeito pelas suas escolhas e pelo seu livre arbítrio.
Entretanto, eles funcionarão como assessores de confiança
para ajudá-lhe a ver e a considerar as suas várias opções.



Para tomar decisões com a ajuda dos anjos:

Mantenha a intenção de se conectar com o seu anjo guardião
para ajuda e orientação sobre decisões que você está tentando tomar.
Seu anjo está sempre com você e definitivamente eles o escuta
e está preparado para ajudar-lhe.
Ao manter esta intenção, você está lhe dando permissão para intervir.

Crie um espaço tranqüilo,
ainda que seja apenas fechando os seus olhos e respirando profundamente;
nos momentos em que estiver adormecendo ou despertando;
em um passeio; ou ao ar livre, na natureza.
A questão é estar em um espaço onde possa ouvir mais facilmente o seu anjo.

Pense silenciosamente nesta pergunta ao seu anjo:
“Qual mudança imediata eu posso fazer em minha vida?”
Observe os sentimentos e pensamentos que chegam em resposta a esta pergunta.



Peça silenciosamente ajuda ao seu anjo
em alguma área específica da vida que você está considerando mudar.
Abra o coração ao seu anjo, expressando-lhe todos os seus sentimentos.
Observe os sentimentos e pensamentos que chegam até você.

Não se preocupe como os seus pedidos serão atendidos.
A mente divina infinita tem soluções e milagres abundantes.
A preocupação nunca ajuda, mas a prece, sim.


Você terá clarões de idéias e sentimentos sobre como agir.
Esta é a orientação divina em resposta aos seus pedidos de ajuda.
Pode parecer que a ajuda não vem.
Se não ouvir ou compreender a orientação, diga ao seu anjo.
Agradecerei por me fornecer sinais claros que eu reconheça facilmente
e compreenda que estou sendo orientado claramente nas minhas ações
ao longo do caminho da alegria e da paz.

Você também pode usar o método “Experimente o seu futuro”.
É semelhante a experimentar roupas ou testar um carro antes de comprá-lo.
Isto é útil se você tiver várias opções para escolha.
Em um lugar tranqüilo, permita-se imaginar que lhe foi dada a 1ª Opção.
Sinta realmente esta experiência como se ela estivesse acontecendo agora.
Então faça o mesmo com a 2ª, 3ª Opção, e assim por diante.
Compare como cada uma lhe parece.
Enquanto não puder conhecer todos os fatores previsíveis,
você pode sentir as reações do seu corpo.
E o seu corpo SABE, Confie nele,
pois ele é uma ferramenta poderosamente exata.

Se ainda assim precisar de clareza,
mantenha a intenção de contatar o seu Anjo da Guarda.
Então lhe pergunte:
Qual caminho me coloca no meu propósito divino de vida?

Confie no primeiro pensamento que vier a sua mente.
Qualquer coisa que lhe aproxime do seu propósito de vida
lhe trará mais paz, harmonia e abundância
ainda que esteja inseguro do que exatamente isto significa.

Saiba que você merece esta felicidade!
Todos nós merecemos.
O Nosso Criador, como qualquer pai amoroso, quer o melhor para nós.

E, quando você está feliz e tranqüilo,
todos à sua volta são beneficiados.
Afinal, a paz do mundo ocorre quando todos estão em paz.
Ao tomar as medidas para trazer a paz a si mesmo,
você faz uma grande contribuição para a paz mundial.
Você se torna um modelo de paz,
inspirando outros a fazer a jornada também.

terça-feira, 14 de dezembro de 2010

Símbolos do Natal



O Natal, que logo estaremos a comemorar, apresenta alguns aspectos pouco conhecidos. Em especial no que diz respeito aos seus símbolos.

Por exemplo, a árvore de Natal. Alguns acreditam que ela se originou no século oitavo. Teria sido o missionário São Bonifácio que a idealizou, em substituição ao culto realizado nas florestas ao deus Odin.

Outros afirmam que foi Martinho Lutero o seu idealizador, no século dezesseis.

Registra a História que, na noite de Natal, Lutero caminhava por uma floresta de pinheiros. Olhando para o céu, viu as estrelas brilhando ainda mais belas, através dos galhos cobertos de neve.

Encantado com a beleza do quadro, cortou um galho, levou-o para casa e usou velas acesas para imitar o brilho dos astros que presenciara.

A árvore de Natal veio para a América, na época colonial, trazida pelos alemães.

O presépio, por sua vez, teve origem no século treze. Foi na Itália. Na noite de vinte e quatro para vinte e cinco de dezembro de mil duzentos e vinte e quatro, Francisco de Assis teve a ideia de representar o nascimento de Cristo.



Preparou uma encenação, num estábulo verdadeiro, da manjedoura, do boi e do jumento. A tempos regulares ele mesmo aparecia em cena e falava a respeito do nascimento de Jesus.

Ainda no século treze, a representação idealizada pelo fundador das Ordens Franciscanas ficou conhecida em toda a Europa.

Os cartões de Natal surgiram na Inglaterra por volta de mil oitocentos e quarenta e três. A iniciativa foi do diretor do Museu Britânico de Londres, Sir Henry Cole. Foram popularizados e começaram a ser impressos em mil oitocentos e cincoenta e um.

Dar presentes é uma tradição que tem origem em tempos recuados. Fazia parte das saturnálias, festas orgíacas de Roma, como também de festividades nórdicas.

Entre os cristãos, o costume iniciou no século sete, com o Papa Bonifácio, que presenteava os necessitados, em nome do Divino aniversariante.

As velas acesas no Natal para enfeitar as árvores e outros arranjos têm origem comum: o culto ao fogo.

Só o tempo fez desaparecer as orgias pagãs e ajudou a apagar as recordações sobre a origem do fogo, que era o velho culto ao sol.

Desde que os símbolos não remontam à época do Cristo, conclui-se que ele, em essência, nada tem a ver com nenhum deles.

Assim, comemorar o Natal nos permite ornamentar o lar com luzes, cores, enfeites. Mas importante não esquecer de preparar o coração.

Preparar a ceia de Natal para parentes e amigos, mas não esquecer de, em nome do Divino aniversariante, saciar a fome de quem a sofre.

* * *

Em mil oitocentos e setenta, durante a guerra entre a Alemanha e a França, um oficial prussiano idealizou cartões de Natal a partir de capas de alguns cadernos de colégio.

Distribuiu aos seus soldados para que eles pudessem escrever aos seus parentes.

Foi assim que nasceram os primeiros cartões postais, que depois sofreram várias modificações.

Pode-se imaginar a emoção de uma mãe, uma esposa, a namorada, irmãos recebendo uma mensagem de Natal, escrita de próprio punho, por seu amor, de uma frente de batalha.

sábado, 11 de dezembro de 2010

Cooperar ou Competir



Acredito ser importante aprender a competir, porque em várias situações na vida teremos que lidar com a competição, como em um vestibular, uma seleção de emprego, um concurso, entre outras diversas situações nas quais nos propomos a vencer. Concordamos, também, que cooperar é fundamental para a vida! Vivemos em sociedade, estamos interligados, precisamos uns dos outros para viver bem e sermos felizes.

De fato acho que o mundo é mais competitivo, talvez porque fomos educados num sistema que no impulsiona a competir. Mas e se fôssemos educados num sistema mais cooperativo, como seria o mundo?



Muita gente nem sabe ao certo o que de fato significa cooperar. A grande maioria das pessoas, quando pergunto o que é cooperação, responde que é ajudar o outro. Cooperar não é ajudar, é
algo bem diferente: é fazer junto, operar junto. Fazer junto é achar um ritmo comum, é unir forças para alcançar um mesmo objetivo.

O que realmente importa é buscar o equilíbrio entre os dois caminhos, saber que cooperar ou competir são escolhas.




A cada ocasião podemos escolher o que for melhor. O fundamental é ser ético, respeitar tudo e todos nas suas escolhas, seja na hora de competir ou cooperar. Penso que cooperar talvez seja um princípio que antecede a competição, pois até mesmo nos jogos competitivos, se uma equipe não coopera entre si, dificilmente chegará à tão sonhada vitória.

Por isso acredito que devemos primeiro aprender a cooperar, primeiro enxergar os outros como parceiros, para depois aprender a competir e, aí sim, olhar o outro como adversário, sem perder o
respeito e a camaradagem. Coopere, compita e se divirta! Mas acima de tudo respeite, compartilhe e escolha sempre o melhor para todos! O bem comum é o bem de todos!

quinta-feira, 9 de dezembro de 2010

Irmã Sheila / Santa Joanna de Chantal / Meimei



ENCARNAÇÕES ANTERIORES

Tem-se notícias apenas de duas encarnações de Scheilla: uma na França, no século XVI, e outra na Alemanha. Na existência francesa, chamou-se Joana Francisca Frémiot, nascida em Dijon a 28/01/1572 e desencarnada em Moulins a 13/12/1641.
Ficou conhecida como Santa Joana de Chantal (canonizada em 1767) ou Baronesa de Chantal. Casara-se, aos 20 anos, com o barão de Chantal. Tendo muito cedo perdido seu marido, passou a dedicar-se à obras piedosas e orações, juntamente com os deveres de mãe para com seus 4 filhos.
Fundou, em 1604, juntamente com o bispo de Genebra, S. Francisco de Salles, em Annecy, a congregação da Visitação de Maria, que dirigiu como superiora, em Paris. Em 1619, Santa Joana de Chantal deixou o cargo de superiora da Ordem de Visitação e voltou a Annecy, onde ficava a casa-mãe da Ordem. A 13 de dezembro de 1641 ela veio a falecer.
A outra encarnação conhecida de Scheilla, verificou-se na Alemanha. Com a guerra no continente Europeu, aflições e angústias assolaram a cidade de Berlim, na Alemanha, onde Scheilla atuava como enfermeira. Seu estilo simples, sua meiguice espontânea, muito ajudavam em sua profissão. Bonita, tez clara, cabelo muito louro, que lhe davam um ar de graça muito suave. Seus olhos, azuis-esverdeados, de um brilho intenso, refletiam a grandeza de seu Espírito. Estatura mediana, sempre com seu avental branco, lá estava Scheilla, preocupada em ajudar, indistintamente. Esquecia-se de si mesma, pensava somente na sua responsabilidade. Via primeiro a dor, depois a criatura... Numa tarde de pleno combate, desencarna Scheilla, a jovem enfermeira. Morria no campo de lutas, aos 28 anos de idade.
Muitos anos depois, surgia nas esferas superiores da espiritualidade, com o seu mesmo estilo, aprimorado carinho e dedicação, Scheilla, a Enfermeira do Alto!




Santa Joana Francisca de Chantal (9 de Dezembro)

Santa Joana nasceu em Dijon a 28 de Janeiro de 1572. Filga de Benigno Frémiot, presidente do parlamento de Borgonha e de Margarida de Berbizy. No batismo recebeu o nome de Joana, ao qual acrescentou o de Francisca, por ocasião de sua confirmação. Teve esmerada educação. Recusando a casar-se com um fidalgo rico, por ser ele calvinista, mas aceitou casar-se com o barão de Chantal. Conduzida ao castelo de Bourbilly, após o casamento, a primeira ordem que deu foi a de diariamente haver missa, e de a ela assistirem todos os domésticos; por isso ocupou-se da instrução religiosa deles; ocupou-os com discrição, e os ajudou em suas necessidades com grande caridade. Nas festas e nos domingos participava da missa na paróquia. Quando o marido se ausentava não saia de casa, nem havia diversões no castelo. FIcou viúva, aos 28 anos, com um filho e três filhas.

Santa Joana Francisca, sofreu muito após a morte do marido, mas coube fazê-lo cristãmente. Fez voto de castidade e levou vida de profundíssima caridade, vivendo retirada do mundo e dividindo o tempo entre a oração, o trabalho e a educação dos filhos. Estava na casa de seu pai, quando conheceu São Francisco de Sales, bispo de Genebra. Descobriu nele o homem talhado para seu diretor espiritual. A partir daí uma profunda amizade une a ambos. O fruto espiritual dessa amizade será a Congregação da Visitação de Santa Maria, que a baronesa de Chantal fundará juntamente com Jacqueline Fabre e a senhorita Brechard. Com os filhos crescidos e amadurecidos. Casou sua filha mais velha com o barão de Thorens, a outra faleceu pouco depois, e a terceira desposou o conde de Toulonjon. O jovem barão de Chantal com 15 anos foi entregue ao avô materno, que cuidaria de sua educação e de seus bens. A presença da mãe não lhes era mais necessária. Podia sossegada entrar no convento. Brilha nela todo o vigor cristão do amor de Deus acima de tudo e do amor ao próximo por amor a Deus.

A ordem da Visitação começou em Annecy, sob a orientação do bispo de Genebra, e foi se desenvolvendo. Madre Chantal foi obrigada a deixar muitas vezes Annecy para fundar casas em diversas outras cidades, não sem muitas dificuldades e sofrimentos, e até perseguições em Paris.

Santa Joana Francisca de Chantal, morreu em Moulins, no dia 13 de dezembro, depois de rude agonia, pronunciando o nome de Jesus.





TRABALHO ESPIRITUAL NO BRASIL

Tudo indica que Scheilla vinculou-se, algum tempo após a sua desencarnação em terras alemãs, às falanges espirituais que atuam em nome do Cristo, no Brasil.
Atualmente nossa querida Mentora trabalha na Espiritualidade, juntamente com Cairbar Schutel, Coordenador Geral da Colônia Espiritual Alvorada Nova. Scheilla desenvolve um trabalho forte e muito amplo, com dedicação ímpar, coordenando quatorze equipes que formam o Conselho da Casa de Repouso, o qual se reúne periodicamente, decidindo às questões pertinentes.
Conta-nos R. A. Ranieri que, numa das primeiras reuniões de materialização, iniciadas em 1948 pelo médium "Peixotinho", surgiu a figura caridosa de Scheilla. Em Belo Horizonte , marcou-se uma pequena reunião que seria realizada com a finalidade de submeter a tratamento dona Ló de Barros Soares, esposa de Jair Soares. No silêncio e na escuridão surgiu a figura luminosa de mulher, vestida de tecidos de luz e ostentando duas belas tranças, era Scheilla. Nas mãos trazia um aparelho semelhante a uma pedra verde-claro, ao qual se referiu dizendo tratar-se de um emissor de radioatividade, ainda desconhecido na Terra. Fez aplicações em dona Ló. Depois de alguns minutos, levantou-se da cadeira e proferiu uma belíssima pregação evangélica com sotaque alemão e voz de mulher.
Em vários grupos espíritas brasileiros, além de sua atuação na assistência à saúde, sempre se caracterizou em trazer às reuniões certos objetos, deixando no recinto o perfume de flores que lhe caracterizam.
Na obra "Chico Xavier - 40 Anos no Mundo da Mediunidade" de Roque Jacintho, encontramos o seguinte depoimento: "Chico aplicava passes. Ao nosso lado, ocorreu um ruído, qual se algum objeto de pequeno porte tivesse sido arremessado, sem muita violência. (-Jô - disse um médium - Scheilla deu-lhe um presente). Logo mais, procuramos ao nosso derredor e vimos um caramujo grande e adoravelmente belo, estriado em deliciosas cores. Apanhamo-lo, incontinenti, e verificamos nele água marítima, salgada e gelada, com restos de uma areia fresca. Scheilla o transportara para nós. Estávamos a centenas de quilômetros de uma nesga de mar, em manhã de sol abrasador que crestava a vegetação e, em nossas mãos, o caramujo que o Espírito nos ofertara, servindo-se da mediunidade de Chico!"
"Na assistência reduzida, estava presente um cientista suíço, materialista, que ali viera ter por insistência de seus familiares. Scheilla, em sotaque alemão, anunciou: -Para nosso irmão que está ali - indicava o suíço -, vou dar o perfume que a sua mãezinha usava, quando na Terra. Despertou-lhe um soluço comovido, pela lembrança que se lhe aflorou à memória, recordando a figura da mãezinha ausente."
Tempos depois, um outro raro instante se deu com a presença de Scheilla. "Bissoli, Gonçalves, Isaura, entre outros, compunham a equipe de beneficiados, agrupando-se numa das salas da casa de André, tendo Chico se retirado para o dormitório do casal, onde permaneceria em transe mediúnico. Uma onda de perfume, corporifica-se Scheilla, loira e jovial, falando com seu forte sotaque alemão. Bissoli estabeleceu o diálogo: -Eu me sinto mal - diz Bissoli - Você - informou Scheilla - come muita manteiga Bissoli. Vou tirar uma radiografia de seu estômago. A pedido, nosso companheiro levantou a camisa. O espírito corporificado aproxima-se e entrecorre, num sentido horizontal, os seus dedos semi-abertos sobre a região do estômago de nosso amigo. E tal se lhe incrustassem uma tela de vidro no abdômen, podíamos ver as vísceras em funcionamento. - Pronto! - diz Scheilla, apagando o fenômeno. - Agora levarei a radiografia ao Plano Espiritual para que a estudem e lhe dêem um remédio."
Ao término destes singelos apontamentos biográficos, com muito respeito por esse Espírito Missionário, de tanta dedicação e amor em nome de Jesus, só nos resta agradecer a assistência e amor doados por ela.



"ABENÇOA SEMPRE... Abençoa a Terra, por onde passes, e a Terra abençoará a tua passagem para sempre."

Scheilla

quarta-feira, 8 de dezembro de 2010

Imaculada Concepção de Maria - OXUM



O dogma da Imaculada Conceição de Maria é um dos dogmas mais queridos ao coração do povo cristão. Os dogmas da Igreja são as verdades que não mudam nunca, que fortalecem a fé que carregamos dentro nós e que não renunciamos nunca.

A convicção da pureza completa da Mãe de Deus, Maria, ou seja, esse dogma foi definido em 1854 pelo Papa Pio IX, através da bula "Ineffabilis Deus", mas antes disso a devoção popular à Imaculada Conceição de Maria já era extensa. A festa já existia no oriente e na Itália meridional, então dominada pelos bizantinos, desde o século VII.

A festa não existia oficialmente no calendário da Igreja. Os estudos e discussões teológicas avançaram através dos tempos sem um consenso positivo. Quem resolveu a questão foi um frade franciscano escocês e grande doutor em teologia, chamado Beato João Duns Scoto, que morreu em 1308. Na linha de pensamento de São Francisco de Assis, ele defendeu a Conceição Imaculada de Maria, como ínicio do projeto central de Deus: o nascimento do seu Filho feito homem para a redenção da humanidade.

Transcorrido mais um longo tempo, a festa acabou sendo incluída no calendário romano em 1476. Em 1570 foi confirmada e formalizada pelo Papa Pio V, na publicação do novo ofício e, finalmente, no século XVIII, o Papa Clemente XI tornou-a obrigatória a toda a cristandade.

Quatro anos mais tarde, as aparições de Lourdes foram as prodigiosas confirmações dessa verdade, do dogma. De fato, Maria proclamou-se explicitamente com a prova de incontáveis milagres: "Eu sou a Imaculada Conceição".

Deus quis preparar ao seu Filho uma digna habitação. No seu projeto de redenção da humanidade, manteve a Mãe de Deus, cheia de graça, ainda no ventre materno. Assim, toda a obra veio da gratuidade de Deus miseriordioso. Foi Deus que concedeu à Ela o mérito de participar do seu projeto. Permitiu que nascesse de pais pecadores, mas, por preservação divina permanecesse incontaminada.

Maria então foi concebida sem a mancha do orgulho e do desamor que é o pecado original. Em vista disso, a Imaculada Conceição foi a primeira a receber a plenitude da bênção de Deus, por mérito do seu Filho, e que se manifestou na morte e na Ressurreição de Cristo, para redenção da humanidade que crê e segue seus ensinamentos.

Hoje não comemoramos a memória de um Santo, mas a solenidade mais elevada, maior e mais preciosa da Igreja: a Imaculada Conceição da Santíssima Virgem Maria, a Rainha de todos os Santos, a Mãe de Deus.


ORAÇÃO A NOSSA SENHORA DA CONCEIÇÃO

maculada Conceição, puríssima filha de São Joaquim e de Sant’Ana, vós fostes educada em um lar santificado pelas bençãos de Deus Todo Poderoso, que vos limpou da mancha original, a fim de que em vosso ventre se fisesse carne Seu Filho muito amado, Nosso Senhor Jesus Cristo.

Maria Virgem Santíssima, Mãe de Deus e dos homens, ouvi a prece (Fazer o pedido) e arrependido(a) de meus pecados, eu vos dirijo humildemente, confiante em vosso amor, em vossa bondade.

Senhora da Conceição, refúgio dos pecadores, lançai vosso olhar misericordioso sobre o meu lar, cobrindo com vosso puríssimo manto esta casa, defendendo-a dos ataques dos inimigos, visíveis e invisíveis, amparando meu marido (ou minha mulher), meus filhos, infundindo paz, contentamento, alegria nos corações de todos os meus entes queridos.

Guiai os meus filhos pela senda do bem, da virtude, da honestidade, mantendo-os fiéis aos ensinamentos de Vosso Divino Filho, Nosso Senhor Jesus Cristo, preservando-os do pecado, dos vícios, da má conduta, inspirando-lhes o amor ao trabalho.

Senhora da Conceição, o vosso grande servo, São Bernardo, disse que nunca se ouviu dizer que fosse desamparado quem houvesse implorado vosso auxílio. Tenho fé que também não serei desamparado(a), que houvires a minha prece e que lançareis sobre meu lar às bençãos que vos suplico.

Imaculada Conceição, ouvi o meu apelo.
Santíssima Virgem Maria, atendei-me.
Mãe de Deus, amparai-me a mim e a todos os de minha família.

Ó Maria concebida sem pecado, rogai por nós, que recorremos a vós. (Repetir três vezes).

Virgem Santíssima, que fostes concebida sem o pecado original e por isto merecestes o título de Nossa Senhora da Imaculada Conceição, e por terdes evitado todos os outros pecados, o Anjo Gabriel vos saudou com as belas palavras: "Ave Maria, cheia de graça"; nós vos pedimos que nos alcanceis do vosso divino Filho o auxílio necessário para vencermos as tentações e evitarmos os pecados e já que vos chamamos de Mãe, atendei-nos com carinho maternal esta graça: (fazer o pedido); para que possamos viver como dignos filhos vossos. Nossa Senhora da Conceição, rogai por nós. Amém.



Oxum na Religião Yorùbá, é uma Deusa (Orisha) que reina sobre o amor, intimidade, beleza, riqueza e diplomacia.

Osun, Oshun, Ochun ou Oxum, na Mitologia Yoruba é um orixá feminino. O seu nome deriva do rio Osun, que corre na Iorubalândia, região nigeriana de Ijexá e Ijebu. Identificada no jogo do merindilogun pelos odu ejioko e Ôxê, é representada pelo candomblé, material e imaterialmente, por meio do assentamento sagrado denominado igba oxum.

É tida como um único Orixá que tomaria o nome de acordo com a cidade por onde corre o rio, ou que seriam dezesseis e o nome se relacionaria a uma profundidade desse rio. As mais velhas ou mais antigas são encontradas nos locais mais profundos (Ibu), enquanto as mais jovens e guerreiras respondem pelos locais mais rasos. Ex.: Osun Osogbo, Osun Opara ou Apara, Yeye Iponda, Yeye Kare, Yeye Ipetu, etc.

Em sua obra Notas Sobre o Culto aos Orixás e Voduns, Pierre Fatumbi Verger escreve que os tesouros de Oxum são guardados no palácio do rei Ataojá. O templo situa-se em frente e contém uma série de estátuas esculpidas em madeira, representando diversos Orixás: "Osun Osogbo, que tem as orelhas grandes para melhor ouvir os pedidos, e grandes olhos, para tudo ver. Ela carrega uma espada para defender seu povo."

O Festival de Osun é realizado anualmente na cidade de Osogbo, Nigéria.

O Bosque Sagrado de Osun-Osogbo, onde se encontra o Templo de Osun, é Patrimônio Mundial da UNESCO desde 2005.


Grande desavença

Oxum, Iansã e Obá eram esposas de Xangô. Muitos dizem que Oxum enganou Obá e a induziu a cortar a orelha e colocá-la no amalá de Xangô, criando, com isso, uma grande desavença entre ambas. Mas, na verdade, Obá apenas cortou sua orelha para provar seu amor a Xangô. Muitos difundiram este mito porque Oxum é a deusa da beleza e da juventude, ao passo que Obá tem mais idade e protege as mulheres dignas, idosas e necessitadas, além de trabalhar com Nanã. Quem afirmar que há uma desavença entre Oxum e Obá e que esta é a menos amada por Xangô está totalmente enganado, porque Obá é aquela mulher que fica ao lado do marido e que mais recebe o amor dele. Quanto ao fato de algumas qualidades lutarem entre si, não é por causa da "desavença", que nem é verdadeira, e sim porque as qualidades fazem uma representação de conflitos e guerras do tempo em que tais qualidades estavam na Terra. Do mesmo jeito que, se houver uma qualidade de Iansã que, quando viveu na Terra, teve uma guerra com Ogum, quando ambos incorporarem, representarão uma luta entre si, para mostrar que possuiam certa desavença, e um pouco da história do mundo. Vale lembrar que estamos falando dos ORIXÁS Obá e Oxum, e não de suas qualidades (caminhos). Os orixás tiveram uma história aqui na Terra, e as qualidades, outra. Então, se Iansã tiver um conflito com Ogum, não podemos dizer que a Iansã (ORIXÁ) tem conflito com o Ogum (ORIXÁ), porque quem tem a desavença são suas qualidades, e não os orixás entre si.




Senhora das águas Doces. Corresponde a nossa necessidade de equilíbrio emocional; concórdia; amor; complacência; e reprodutiva. Fertilidade. É o amor doação.

Os tipos psicológicos de OXUM são serenos, emotivos e calmos. Podem chorar facilmente. São altamente intuitivos, atentos observadores dos sentimentos e os usam para alcançar seus objetivos. Em geral são envolventes e amigos. Apesar destas características de comportamento, por vezes são desconfiados, indecisos e vingativos, sendo astutos para “jogar” com o emocional das pessoas. Preocupam-se com a higiene pessoal, gostam de estar sempre perfumados e bem vestidos. Possuem uma força de penetração fora do comum na natureza humana – são psicólogos natos. Pela alta sensibilidade humana e apurado sentimento de amor, são exímios na magia e excelentes médiuns e dirigentes.



Oxum é um Orixá feminino da nação Ijexá, adotada e cultuada em todas as religiões afro-brasileiras. É o Orixá das águas doces dos rios e cachoeiras, da riqueza, do amor, da prosperidade e da beleza. Em Oxum, os fiéis buscam auxílio para a solução de problemas no amor, uma vez que ela é a responsável pelas uniões, e também na vida financeira, a que se deve sua denominação de "Senhora do Ouro", que outrora era do Cobre, por ser o metal mais valioso da época.

Na natureza, o culto a Oxum costuma ser realizado nos rios e nas cachoeiras e, mais raramente, próximo às fontes de águas minerais. Oxum é símbolo da sensibilidade e muitas vezes derrama lágrimas ao incorporar em alguém, característica que se transfere a seus filhos, identificados por chorões.

* Candomblé Bantu - a Nkisi Ndandalunda, Senhora da fertilidade e da Lua, muito confundida com Hongolo e Kisimbi, tem semelhanças com Oxum.

* Candomblé Ketu - Divindade das águas doces, Oxum é a padroeira da gestação e da fecundidade, recebendo as preces das mulheres que desejam ter filhos e protegendo-as durante a gravidez. Protege, também, as crianças pequenas até que comecem a falar, sendo carinhosamente chamada de Mamãe por seus devotos.



Arquétipo

Seus filhos e filhas são doces, sentimentais, agem mais com o coração do que com a razão e são muito chorões (nem todos os filhos). Também são extremamente vaidosos e conquistadores, adoram o luxo, a vida social, além de sempre estarem namorando.

Qualidades de Oxum

* Kare - veste azul e dourado, cor do ouro. Usa um abebé e um ofá dourados.
* Iyepòndàá ou Ipondá - é a mãe de Logunedé, orixá menino que compartilha dos seus axés. Ambos dançam ao som do ritmo ijexá, toque que recebe o nome de sua região de origem. Usa um abebé (espelho de metal) nas mãos, uma alfange (adaga)[1], por ser guerreira, e um ofá (arco e flecha) dourado, por sua ligação com Oxóssi. É uma das mais jovens.
* Yeyeòkè
* Iya Ominíbú
* Ajagura
* Ijímú
* Ipetú
* Èwuji
* Abòtò
* Ibola
* Oparà ou Apará - qualidade de Oxum, em que usa um abebé e um alfange (adaga) ou espada. Caminha com Oya Onira, com quem muitas vezes é confundida. Diferente das outras Oxuns por ter enredo com muitos Orixás, vem acompanhada de Oyá e Ogum.

Sete folhas mais usadas para Oxum

* Efirin
* Eré tuntún
* Macassá
* Teté
* Ejá Omodé
* Wuê mimolé
* Ewê boyí funfun

Sincretismo

Nas religiões afro-brasileiras é sincretizada com diversas Nossas Senhoras. Na Bahia, ela é tida como Nossa Senhora das Candeias ou Nossa Senhora dos Prazeres. No Sul do Brasil, é muitas vezes sincretizada com Nossa Senhora da Conceição, enquanto no Centro-Oeste e Sudeste é associada ora à denominação de Nossa Senhora, ora com Nossa Senhora da Conceição Aparecida.

Aspectos Positivos: Graciosidade, bondade, julgamento sensato; as boas maneiras; são gentis.

Aspectos Negativos: Insatisfação; articulação da vingança; o segredinho – a fofoca. Agarram-se às lembranças e recordações do passado. Podem ser vingativos por não esquecerem uma traição ou ofensa.

( este texto faz parte do livro "Umbanda Pé no Chão - Editora do Conhecimento )

* cor de sua guia (fio-de-contas): é azul claro ou dourado
* Saudação: Ora Yêye o

Está relacionada a fertilidade,a riqueza e a sensibilidade. Amor é um orixá de rara beleza, cosiderada a mais bela.


Oração a OXUM

Que oxum nos dê a serenidade para agir de forma consciente e equilibrada. Tal como suas águas doces – que seguem desbravadoras no curso de um rio, entrecortando pedras e se precipitando numa cachoeira, sem parar nem ter como voltar atrás, apenas seguindo para encontrar o mar – assim seja que nós possamos lutar por um objetivo sem arrependimentos.

Ora yeyêo oxum!